quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A “Mal Dita” Burguesia

Desde pequeno eu ouvia a palavra Burguesia, ela sempre vinha acompanhada de exclamações, adjetivos jocosos, péssimas referências, muitas ofensas e os mais diversos exemplos sobre os seus protagonistas, no caso “os burgueses”. Você pode reparar que aqueles que falam mal da Burguesia se dizem Marxistas, ou Socialistas, ou alguma coisa “istas”. Normalmente são jovens, cheios de idéias, e com muita “coisa” na cabeça.

Como sou um homem que busca o conhecimento e acredito que isso deve mover nossa vida, fui atrás da história real, eu queria saber o que realmente era burguesia e como ela se tornou na Mal Dita Burguesia.

Em minhas pesquisas encontrei que há muitos séculos atrás, (aqui cabe uma ressalva: não pretendo falar de história), o povo começou a se unir em pequenas vilas ou “burgos”, construíram então muros ao seu derredor, com isso evitavam os assaltos, e viviam em uma 

comunidade protegida. Como a grande maioria dos burgos era composta por artesãos, eles começaram a produzir e a se organizar, com isso enriqueceram, tomaram o poder, criaram bancos e o capitalismo, se tornaram a classe dominante e hoje são chamados de malditos burgueses por jovens de nossa classe média ou rica.  

Interessante que eles se uniram com um objetivo comum, o da proteção mútua, ninguém esperava esse enriquecimento, creio que nem os burgueses esperavam. Atualmente eu posso fazer uma correlação entre burguesia antiga e cooperativa moderna, se assim me permitem!

Podemos dizer que a união faz a força, e porque não nos negócios? Uma cooperativa pode ser a solução para o desemprego, para a falta de qualificação de profissionais, já que ela visa inclusive a especialização dos mesmos, pode ser uma solução para uma economia que exige diversificação e inovação constantes, onde os custos de uma empresa devem ser reduzidos e o lucro máximo.

 O que talvez seja mais interessante é que novamente os menores se unem para fazer algo grande e se proteger, todos com um interesse comum. Receio pelos meus tatara alguma coisa bisnetos, será que eles falarão da “Mal Dita” Cooperativa?

Desejo a todos, sucesso e bons negócios.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A Moça do Carrinho de Bebê

Hoje eu estava retornando da casa de um amigo com meu carro e entrei em uma avenida que estava engarrafada. Fui logo ficando na pista da esquerda, na verdade queria pegar a da direita, mas com o transito do jeito que estava eu nunca conseguiria fazer uma coisa dessas. Logo a minha frente um caminhão tentava entrar á frente de um fusca, e é claro que o motorista do fusca nem se importou em ceder o lugar pra ele entrar, o transito começou a andar e mais caminhões apareciam em ambas às pistas, um pouco mais a frente um caminhão ficou logo do meu lado, começamos a andar e parar, quando demos uma boa parada olhei para a margem da rua do lado direito e vi uma moça com um carrinho de bebê tentando atravessar.

Como ela percebeu que o transito estava parado ela passou na frente do caminhão dirigindo o carrinho á frente dela, se dirigia em direção ao outro lado da rua e ia passar pela minha frente, mas um senso de mãe fez com que ela parasse no meio do caminho e olhasse entre o caminhão e meu carro pra ver se não havia nenhum movimento entre nós, infelizmente o carrinho do bebê já estava no meio do vão entre o meu carro e o caminhão, felizmente não vinha nenhuma moto, nenhum ciclista, nada que pudesse atropelar o bebê. A mãe, feliz por não ter nada que pudesse fazer mal ao bebê, atravessou e seguiu seu caminho.

Ao voltar para casa eu fiquei analisando o caso e pensei que da mesma forma que essa mãe é despreparada e colocou o seu filho em perigo, muitos empresários fazem o mesmo com suas empresas, desprotegendo aquilo que realmente importa. Quantos são os casos de empresários e administradores que não conseguem proteger o capital financeiro de sua empresa colocando a mercê do mercado aquilo que mais deveriam proteger.

São inúmeros os casos de empresas em fase inicial que gastam muito com reformas, investem em sistemas que não precisam, em campanhas publicitárias ou produtos errados, fazem parcerias que não dão certo, ou cometem erros diversos fazendo o mesmo que a moça do carrinho, colocando em risco a vida do bem mais precioso que existe para a empresa. E depois se perguntam no que eu errei? A idéia era tão boa e porque deu errado? Serão os sócios? Serão os parceiros?

Devemos ter em mente que proteger a vida de uma empresa é essencial aos negócios, e a vida de uma empresa é o capital financeiro, não adianta termos o melhor produto, o melhor talento, a melhor estrutura, se não tivermos dinheiro para fazer as engrenagens andarem. Sem isso não conseguiremos ir muito longe, devemos proteger o bebê, devemos primeiro olhar onde estamos indo, o que, como e quando estamos fazendo. È claro que as incertezas e os percalços do caminho ainda existirão, mas com certeza estaremos sempre atentos aos possíveis problemas que surgirem.

Desejo a todos sucesso e bons negócios.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Fazendo Negócios

Ao iniciar esse blog me deparei com uma pergunta inegavelmente difícil, qual o nome do blog?  Essa pergunta era de difícil resposta principalmente porque eu queria não apenas fazer um blog, mas também colocar minhas idéias, meus pensamentos, meu estilo de administrar, de agir profissionalmente, trocar experiências, trocar contatos, trocar idéias.

Ao buscarmos no dicionário a definição da palavra nome encontramos o seguinte: “palavra com que se designa ou qualifica, reputação, fama”. Nesse caso me deparei com mais uma questão, o que realmente eu quero fazer com este blog? Será que só mostrar minhas idéias? Não eu também queria mais, queria poder contribuir com o futuro de profissionais e empresas, e, além disso, queria fazer negócios, sobreviver e ganhar dinheiro. Temos que lembrar que estamos em um mundo onde o capital é importante e não conseguimos viver sem dinheiro.

Após tanto pensar em um nome que pudesse expressar o que eu queria realmente fazer fui ao dicionário, procurei várias palavras, vários significados, inúmeros e inúmeros, mas uma hora “me bateu uma ficha”. Procurei a palavra negócios e encontrei a definição de: “relações comerciais, trato mercantil, ajuste”. Logo em seguida me veio a palavra fazer que a definição é: “dar existência ou forma a; criar; manufaturar”. Com isso eu disse: Fechou!

Eu tinha um motivo pessoal por trás e um nome que designava uma ação á frente. O que eu desejava, era unir minhas expectativas ás minhas habilidades para poder suprir minhas necessidades pessoais.

Com isso criei o blog “Fazendo Negócios”, espero com ele poder trocar idéias e principalmente fazer negócios. Espero que aqueles que leiam, possam se divertir, aprender, criticar, ensinar e crescer profissional e pessoalmente.

Desejo a todos, sucesso e bons negócios.